Cursos para o primeiro emprego e para o empreendedorismo foram ministrados em parceria com o Instituto Via de Acesso

Em parceira com o Instituto Via de Acesso, a Fundação Telefônica e a Vivo formaram 60 jovens da cidade de São Paulo em cursos preparatórios para o primeiro emprego ou para estimular o empreendedorismo. A ação aconteceu dentro do projeto Garoto Vivo. Nesta quarta-feira, dia 7, os adolescentes participarão de cerimônia de diplomação na sede da Telefônica.

O projeto é desenvolvido desde 2006 e acontece também em Belo Horizonte. O objetivo é preparar jovens, com idades entre 14 e 18 anos, para a inserção no mercado de trabalho. As aulas são de caráter comportamental, durante as quais eles aprendem a falar, a redigir e.mail e a trabalhar em equipe, além de obter noções de relacionamento interpessoal e de atendimento ao cliente.

Também foi realizado um módulo de empreendedorismo, para que os jovens interessados tivessem orientações sobre como abrir pequenos negócios e de como as tecnologias podem ajudá-los. Do total de formandos, 30 adolescentes estão ligados à Casa do Zezinho, da zona Sul, onde a Vivo vem desenvolvendo outros projetos visando ao desenvolvimento comunitário do Parque Santo Antônio.

Um dos jovens certificados é Nivaldo Pereira Souza Neto, 16 anos, morador do Capão Redondo e estudante do segundo ano do Ensino Médio numa escola pública. Estudioso, o adolescente aproveita todas as oportunidades que surgem para complementar sua formação. “Depois de duas tentativas, consegui fazer o módulo de empreendedorismo, pois no futuro pretendo abrir meu próprio negócio”, disse. Nivaldo afirmou que o curso do Garoto Vivo o ajudou a entender o mercado e a vislumbrar áreas de atuação, como a de eventos. Ele também está se preparando por meio de aulas de informática, de manutenção de microcomputadores e de francês.

Sobre o Instituto Via de Acesso

O Instituto Via de Acesso desenvolve ações sintonizadas com exigências do mundo globalizado, de forma a promover maior e mais duradoura relação entre empresas e escolas, facilitando, com isso, um maior aproveitamento dos estudantes pelo mercado de trabalho, em seu futuro campo de atuação.

Fonte: Fundação Telefônica