A Fundação Telefônica Vivo renovou contrato com o Projeto Saúde e Alegria e deu início a uma série de oficinas para comunidades da região de Belterra, Aveiro, Juruti e Santarém, às margens do rio Tapajós. No total, cerca de 150 pessoas, entre adolescentes, professores e lideranças comunitárias, participarão das capacitações de três dias, que estão sendo realizadas na Vila Franca, Parauá, Surucuá, Muratuba e Vila de Boim.

Denominadas “Arranjos Educativos Locais”, as oficinas acontecerão até a primeira quinzena de agosto. Os participantes aprendem técnicas de produção audiovisual e, ao final das aulas, produzem vídeos com celulares, que são postados no blog da Rede Mocoronga (www.redemocoronga.org.br). “Os moradores mais antigos contam histórias, falam dos saberes tradicionais e contribuem com os roteiros, enquanto os adolescentes, em geral, aprendem a dominar a tecnologia”, afirma Paulo Lima, coordenador de inclusão digital do Projeto Saúde e Alegria.

Além das aulas presenciais, os moradores da região conseguem acessar os conteúdos das oficinas através de programas do Saúde e Alegria no rádio e pela Internet.

Teia Cabocla

A presidente da Fundação Telefônica Vivo, Françoise Trapenard, estará em Belterra e Santarém no início de setembro para acompanhar a Teia Cabocla, grande evento que reúne cerca de cinquenta comunidades e que acontecerá na Vila Franca, comunidade do Rio Tapajós. Para os três dias de realização, entre 4 e 6 de setembro, estão programadas oficinas de blog, elaboração de jornal comunitário, jogos, esportes e debates.

Sobre o Projeto Saúde e Alegria – Atua na Amazônia desde 1987 promovendo processos participativos de desenvolvimento comunitário integrado e sustentável, que contribuem de maneira demonstrativa no aprimoramento das políticas públicas, na qualidade de vida e no exercício da cidadania. Trabalha diretamente em quatro municípios do Oeste do Pará – Belterra, Aveiro, Juruti e Santarém, local de sua sede – atendendo cerca de 30 mil pessoas – em sua maioria povos tradicionais extrativistas organizados em comunidades das zonas rurais, muitas delas de difícil acesso, em situações de risco e exclusão social.

Fonte: Fundação Telefônica|Vivo