Com a pandemia do COVID-19 e as redes sociais tomadas de publicações sobre o “novo normal” um fato é certo – A pandemia ampliou as desigualdades sociais e reforçou o compromisso da humanidade em ajudar o próximo – o futuro do mundo e do trabalho dependem invariavelmente dos compromissos setoriais na busca pelo bem comum.

A conexão rápida e espontânea, a resiliência corporativa e a dor em ver o próximo doente, gera senso de pertencimento e fomenta a pactuação de uma corrente do bem, de uma ação solidária sem barreiras, da vontade do indivíduo em exercer a sua cidadania plena. A conexão ajudou, o voluntariado pode ser à distância e uma agenda positiva para incidência em políticas públicas voltou a ser tema.

Mais conectados e não menos presentes. A participação empresarial mostra-se essencial como um canal de diálogo global, um espaço de uma escuta profunda das comunidades e de potencial conexão entre cidadãos. Definir um Programa de Voluntariado Empresarial não é filantropia é pensamento estratégico, pois sem uma sociedade sadia, não há empresas prósperas.

O mundo corporativo mudou e a gestão de pessoas também, espaços para a prática voluntária dentro das corporações significa confiança, ela traduz a eficiência do profissional e não tempo livre ou ociosidade. São as alianças entre grupos, empresas, clientes e comunidades que traduzirá a sustentabilidade das organizações, são as formações das redes do bem, como o Dia do Bem-Fazer desse ano.

O Dia do Bem Fazer 2021 reuniu mais de 150 voluntários de diversas empresas sejam elas do mesmo grupo, clientes ou parceiros locais, como as associações de bairro e equipamentos públicos, mas todos com um único objeto: levar um pouco de conforto para essas comunidades impactadas pela pandemia.

Ao todo, foram mais de 1.500 beneficiários em 10 ações, como arrecadação de 22.178 unidades de absorventes, 2.260 unidades de fraldas infantis, organização de mais de 1.000 itens de vestuário para doação, 200 Kits escolares, revitalização de hortas e áreas de convivência para segurança alimentar de comunidades vulneráveis além da doação de mobiliários para criação da sala de inovação e biblioteca em centros de atendimento à população.

O nosso compromisso como voluntári@ não é com a marca e sim com o desenvolvimento integral das comunidades e a melhoria da vida de nações.

 

Artigo por: Tatiana Montório