Apoiar  uma  causa,  humanizar  as  relações  e envolver  os  funcionários,  além  de construir  uma imagem  positiva  perante  o  mercado,  ampliam  novas  habilidades  profissionais  e  fortalecem  a integração entre as equipes. Paulatinamente o voluntariado corporativo passou a  desempenhar um papel estratégico dentro das  corporações pois engaja e estimula um maior  sentimento de pertencimento e satisfação  junto  aos funcionários.

São inúmeros os benefícios em se implantar um programa de voluntariado empresarial corporativo, que tanto  podem fortalecer a cultura organizacional trabalhando questões internas de fortalecimento de profissionais como de equipes, como também agregar valor à sociedade e a comunidade onde a organização está inserida, na medida em que o voluntário corporativo pode se tornar o embaixador de uma corporação frente às comunidades de presença e relacionamento.

Entretanto, hoje quero falar especificamente sobre um valor interno à corporação e quais são os principais passos que gestores de programas de voluntariado devem adotar, antes de estabelecer parcerias com objetivo de criar ações que contribuam para o desenvolvimento de competência e quais as competências que um funcionário pode desenvolver ao participar de ações voluntárias. 

O conteúdo aqui sistematizado tem como referência as trocas produzidas no âmbito da #redecbve, e reúne discussões realizadas em grupos de trabalho organizados em atividade formativa restrita aos seus associados. Como questões norteadoras da sistematização, adotamos duas perguntas, sendo uma  centrada na preparação interna para construção de alianças e parcerias externas, e a outra focada em identificar potenciais habilidades a serem desenvolvidas pelo engajamento voluntário.

Os desafios sugeridos como deflagradores dos debates nos grupos de trabalho abordaram questões pertinentes e problemas comuns às organizações que podem encontrar em programas de voluntariado corporativo respostas estratégicas para superação de desafios organizacionais, especialmente àqueles ligados ao engajamento e ao desenvolvimento de competências; à melhoria do clima organizacional; e à designação de esforços compartilhados na busca por transformações sociais de longo alcance e que envolvam as comunidades interessadas. 

A partir dos indicativos construídos nos diálogos realizados entre os pares associados, apresentamos uma sistematização que busca compartilhar uma síntese norteadora de atuação, embasada nas muitas experiências e perspectivas reunidas pelo seleto e significativo grupo de participantes desta #rede líder no segmento e que, sem dúvida, representa uma fonte de inspiração, aprendizagem e referência para outras organizações e gestores que desejem se debruçar sobre o tema do voluntariado corporativo, especialmente aqueles inspirados na modelagem das redes que reúnem múltiplos e diferentes atores na sua conformação.

Pela ótica do #cbve, os principais passos que gestores de programas de voluntariados devem adotar antes de estabelecer parcerias que contribuam para o desenvolvimento de competências dos voluntários são:

Já entre as múltiplas competências que podem vir a ser desenvolvidas a partir do engajamento dos colaboradores de uma organização, em ações de voluntariado corporativo, a #redecbve reconhece como sendo as principais:

 

 

Matéria por:

Paula Lobo

Coordenadora de Projetos Sociais e Gestora de Conteúdo do CBVE